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terça-feira, 21 de maio de 2013

Projeto de 2 Banheiros na Barra da Tijuca

Projeto elaborado por nós com a colaboração de Joyce Lira Tenorio. Agora na fase de compra de matérias e elaboração de cronograma de obra, para a execução!!!
Espero curtam, esse projeto foi bem gostoso de participar...













Desse projeto o desafio é deixar o espaço mais funcional, e com uma cara mais modernar. Pra isso optamos na modificação do espaço já existente e com uma boa definição de revestimentos.
Mais um casal de clientes felizes!!! Agora vamos as obras...















Indústria náutica do RJ se consolida como líder nacional.


Indústria náutica do RJ se consolida como líder nacional

Ascom Sedeis - 20/05/2013 

Privilegiado pelas belezas naturais do seu litoral, o Rio de Janeiro tem se consolidado como líder da indústria náutica do país. Como prova do aquecimento, a última edição do Rio Boat Show superou em R$ 6 milhões a anterior, gerando R$ 276 milhões em negócios. Além disso, o estado concentra 24,2% da infraestrutura de apoio e acaba sendo o responsável por 35% dos empregos diretos do setor, à frente de São Paulo (17,1%) e Bahia (16%).

O reaquecimento da indústria náutica e a posição de vanguarda conquistada pelo Rio são resultados da atuação do Fórum Náutico Fluminense, criado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis), em parceria com empresas da área. Entre os benefícios que impulsionou o setor está a redução de 25% para 7% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) para fabricação de embarcações de lazer no estado.

"A indústria náutica tem recebido toda atenção do governo, que desenvolveu incentivos específicos. Entre as conquistas obtidas estão a liderança nacional em vagas molhadas, a condição de benchmarking até mesmo internacional, a criação junto à Secretaria de Patrimônio da União (SPU) da recente portaria que regulamenta a cessão do espelho d’água, com o pagamento de uma taxa mais acessível", destacou Bruno Guaranys, Diretor de Novos Negócios da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin).



Segundo o executivo, se for comparada à área de óleo e gás, a indústria náutica gera sete vezes mais empregos a cada dólar investido. Por isso, o estado assumiu a liderança na geração de postos de trabalho, com mais de 11 mil vagas diretas ou indiretas.

"Desde a redução do ICMS o setor tem crescido a taxas de 15% ao ano. Possibilitamos o crescimento de empresas que já estavam presentes no estado e duas novas vieram, a Intermarine e Beneteau, instaladas em Angra dos Reis, o que foi uma grande conquista para o Rio de Janeiro", concluiu Guaranys.

As pesquisas já atestam os resultados do incremento no setor. Segundo dados do estudo "Indústria Náutica: Fatos e Números 2012", desenvolvido pela Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (Acobar), a Região Sudeste concentra 53% da frota nacional de lanchas e 48% dos veleiros, sendo que o Rio de Janeiro, sozinho, detém 25% da frota de embarcações acima de 16 pés.


sábado, 18 de maio de 2013

Plataforma da Shell está encalhada há três dias no Ártico

 

Plataforma da Shell está encalhada há três dias no Ártico

Valor Online - 02/01/2013
A petrolífera Royal Dutch Shell sofreu um novo revés em sua tentativa de buscar petróleo no Ártico dos Estados Unidos. Uma plataforma marítima (offshore) encalhou no início da semana, após se soltar de um navio de reboque em alto mar.

A plataforma de perfuração Kulluk está parada na ilha inabitada Sitkalidak desde segunda-feira (31), segundo um comunicado conjunto da Shell, da suíça Noble, que opera o equipamento, e da Guarda Costeira dos Estados Unidos.

A unidade de exploração possui cerca de 139 mil galões de diesel a bordo, assim como cerca de 12 mil galões de óleo lubrificante e fluido hidráulico.

O avião da Guarda Costeira que voou sobre o local ontem não encontrou sinais de vazamento.

Desde terça-feira (1º), a Shell tenta mobilizar equipes de resgate para a plataforma, mas é impedida por fortes ventos e tempestades na região.

A Shell utilizou o Kulluk e outros equipamentos para explorar poços no Oceano Ártico, na costa norte do Alasca, no ano passado. As operações foram as primeiras no local em mais de duas décadas. Mas o ambicioso plano, monitorado por rivais, pelo governo americano e grupos ambientais, encontra problemas.

A temporada de perfuração começou mais tarde do que o planejado, por causa do gelo marítimo persistente. Ademais, outra plataforma de perfuração, a Discoverer Noble, quase encalhou quando sua âncora escorregou em Dutch Harbor, no Alasca.

Além disso, uma importante peça do equipamento de resposta a vazamentos foi danificada durante testes, o que fez a Shell recuar da exploração de seis poços para apenas dois. A inspeção da Guarda Costeira no Noble Discoverer, conduzida após a temporada de exploração, descobriu problemas na propulsão dos navios e nos sistemas de segurança.

A Shell desembolsou mais de US$ 4,5 bilhões em autorizações, pessoal e equipamentos durante seis anos, para garantir a reguladores e nativos do Alasca que o trabalho seria seguro e benigno ao meio ambiente. Apesar dos contratempos, a companhia planeja retornar à região neste ano.

Outras companhias petrolíferas já haviam apontado para as dificuldades no Ártico. A norueguesa Statoil adiou os planos de perfuração na área por um ano, influenciada pela experiência da Shell. Para a francesa Total, os riscos de um vazamento de óleo em áreas ambientalmente sensíveis como o Ártico são muito altos para que companhias se arrisquem no local.

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terça-feira, 14 de maio de 2013

Mercado de decoração no País deve crescer 8% este ano


O bom desempenho da construção civil nos últimos anos, especialmente no segmento imobiliário, trouxe reflexos importantes em áreas afinadas com ele. O mercado de decoração é um dos mais beneficiados. Somente este ano, os brasileiros devem gastar R$ 5,4 bilhões com a compra de artigos para decoração da casa, crescimento de 8% em relação a 2012. De acordo com pesquisa da Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência, o consumo per capita desses produtos deverá ser de R$ 33,17, ante os R$ 31,01 apurados no ano passado. Em Minas Gerais, o aumento será ainda maior, passando de R$ 25,08 em 2012 para R$ 39,08 este ano. Os consumidores mineiros devem desembolsar mais de R$ 662 milhões, cifra 56% maior que os R$ 423 milhões do ano passado.

A classe B é a que apresenta o maior potencial de consumo no Brasil, com R$ 2,3 bilhões, ou 42% do total. No estado, ainda que também seja a principal responsável pelo aquecimento desse setor, com R$ 307,6 milhões, a participação da classe C no total consumido foi a que mais cresceu em comparação com o ano passado, passando de 28,62% para 30,49% (veja o quadro).

Para Márcia Sola, diretora de atendimento e planejamento de geonegócios do Ibope Inteligência, o mercado de decoração acompanha de perto o comportamento do imobiliário. “O boom nesse setor influenciou o consumo e esse impacto tem sido percebido desde 2010, mas apresenta mais força este ano.” Jaqueline Frauches, diretora da Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD) em Minas, concorda que a facilidade de financiamento viabilizou a compra de imóveis e isso refletiu diretamente na área da decoração, com os consumidores empenhados em empregar uma quantia maior para cuidar da casa.

Outro ponto importante é a qualificação do consumo, que não faz parte de uma categoria de necessidade básica e imediata. Isso significa que, com mais renda, sobra mais dinheiro para esses gastos secundários. Por esse motivo, a classe B ainda é mais relevante que a C, que tem um maior percentual de consumo relativo a alimentos. Márcia frisa que a classe A também tem grande importância nesse cenário, se for considerada proporcionalmente a relação entre número de domicílios e o potencial de consumo, além do fato de os gastos médios dessa classe serem mais altos. Para Márcia, um desaquecimento no mercado de decoração ainda está longe. “Devemos observar nos próximos dois anos um consumo ainda forte, que depois deve apenas suavizar.” 

O momento, portanto, é de o setor investir em diversificação da oferta de produtos e serviços, já que com o consumo cresce também a exigência dos clientes. Para Jaqueline, houve uma difusão importante do trabalho do designer de interiores, a partir da necessidade de se pensar melhor os espaços. “Nos imóveis atuais, a área privada está cada vez mais reduzida, em detrimento da social, que chega a se assemelhar a clubes. Por isso, a área interna tem que ser bem trabalhada para que sirva ao propósito do bem morar, do conforto da família.” Além disso, houve uma mudança comportamental, que inclui o resgate do receber as pessoas em casa, o que leva ao investimento em varandas gourmet e home cinemas, por exemplo. 

Design acessível
Segundo Jaqueline, houve também uma compatibilização dos projetos e dos materiais de acordo com o nível do empreendimento. Dificilmente se coloca um revestimento muito caro em uma residência com padrões mais populares e vice-versa. “Há linhas mais caras e mais baratas em todos os produtos, adequadas a cada cliente. O design ficou mais acessível, tanto em relação aos produtos quanto aos profissionais, com possibilidades de diversos custos”, afirma a diretora da ABD, que lembra também que há quem viaje para fora do país para comprar artigos de decoração, a exemplo do que se faz com roupas e eletrônicos.

Criatividade e jogo de cintura na hora de decorar a casa também contam pontos para o consumidor. O fato de ser decoradora ajudou Ana Paula Milagres Santos Miranda a fazer compras inteligentes para o seu novo apartamento, para o qual se mudou recentemente. “Minha casa tem que ter a minha cara e, durante a mudança, de algumas coisas eu abro mão porque têm valores financeiro e pessoal significativos”, explica. Ela diz que sempre investe em móveis que sigam o seu padrão e, por isso, conseguiu adaptá-los à nova residência. “Os meus gastos foram quase todos com adornos”, acrescenta, que acredita que despesas desse tipo girem em torno de R$ 3 mil.


Da Redação, original em.com.br


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Lançamento de um quarto cresce 788%


O encolhimento médio de um imóvel residencial em São Paulo ocorreu não apenas porque os apartamentos com um dormitório ficaram menores, mas principalmente em razão da alteração no padrão de oferta da cidade.

Como imóveis com até dois quartos em geral são menores do que aqueles com pelo menos três dormitórios, uma grande elevação na oferta do grupo de apartamentos com menos cômodos e uma queda nos com mais tende a levar a uma diminuição no tamanho médio do imóvel.

Foi o que aconteceu na cidade de São Paulo, onde o número de unidades lançadas com até dois dormitórios teve uma alta expressiva. Já os lançamentos de imóveis com mais quartos, quatro principalmente, despencaram.

A participação de unidades lançadas de um e dois dormitórios em relação ao total vem se elevando ano a ano e praticamente dobrou desde 2007 - de 33,78% para 67,3%.

Com o resultado, houve uma inversão. Se quem beirava os 70% de participação eram os imóveis a partir de três dormitórios, hoje eles representam cerca de 30%.

O volume de lançamentos de um quarto foi o que cresceu com mais força (788%); já as unidades com mais de três dormitórios caíram 80%.

Pequenos
Profissionais do setor imobiliário apontam que a maior oferta de imóveis de um e dois dormitórios se explica em razão de dois motivos. Um deles é o número crescente de jovens sem filhos com poder aquisitivo suficiente para comprar imóveis, mas que não necessitam de muitos cômodos. Outro fator é a redução no preço final do imóvel.

Ainda que o valor do metro quadrado do apartamento de um quarto seja o maior da cidade (R$ 9.549), uma unidade custa em média 32,4% menos do que uma de três, por exemplo, por causa da metragem menor.

"A valorização imobiliária obrigou muitas pessoas a comprar imóveis mais compactos", diz o presidente da empresa de pesquisas Datastore, Marcus Araujo.

Hoje, as construtoras atingem um recorde atrás do outro. A MBgucci, por exemplo, planeja lançar um imóvel com 36 m², o menor da história da incorporadora, segundo o diretor de vendas Robson Toneto.

A mesma empresa prevê um de dois dormitórios, com dois banheiros, com 43 m² de área privativa.

Mas já é possível encontrar apartamentos de um dormitório com menos de 30 m². Segundo a Geoimovel, o menor lançado nos últimos seis anos media 24 m².

No outro extremo, imóveis de quatro dormitórios ganharam 24,5 m² de 2009 a 2012 (para 186,6 m²), mas vendem menos. Alguns lançados há cinco anos ainda não foram comercializados.

"No biênio 2007 e 2008, foram lançados mais imóveis com essa configuração do que em toda a década. Nos anos 2011 e 2012, tivemos um acúmulo de estoque, e os descontos foram de 35% em média", diz Luiz Paulo Pompéia, presidente da Embraesp.